Excelência na prestação de serviços jurídicos Há 20 anos traçando rotas seguras

Fundado há mais de 20 anos, o escritório BERNARDES MACHADO ADVOGADOS ASSOCIADOS atua em diversas áreas de direito empresarial, buscando proporcionar a segurança jurídica necessária para o desenvolvimento das atividades empresariais.

Temos como compromisso a busca permanente pela excelência na prestação de serviços jurídicos, assumindo a condição de parceiros estratégicos, de modo a auxiliar na maximização dos resultados de nossos clientes.

Com sedes localizadas em Porto Alegre e Florianópolis, atuamos em todo o território nacional.

Folder Institucional

Missão

Oferecer aos nossos clientes soluções jurídicas seguras e eficientes em áreas do Direito que se caracterizam pelo elevado grau de complexidade, tendo como foco a minimização dos riscos inerentes ao exercício da atividade empresarial, bem como estimular o permanente desenvolvimento pessoal e intelectual dos profissionais que integram a nossa equipe, de tal forma que possam contribuir, cada vez mais, para a construção de uma sociedade mais justa, livre e solidária.

Visão

Consolidar-se como escritório reconhecido pela sua destacada atuação na área empresarial, de modo a figurar entre os escritórios de excelência na região Sul do País.

Valores

Acreditamos que somente atuando com ética, lealdade, responsabilidade, agilidade e, sobretudo, com respeito às pessoas, será possível exercer com eficiência a nossa atividade profissional.

Sócios

Áreas de Atuação

Direito Tributário

• Consultoria e planejamento tributário;
• Revisão de procedimentos e rotinas fiscais;
• Defesas fiscais;
• Recuperação financeira de tributos pagos indevidamente;
• Realização de consultas fiscais;
• Acompanhamentos dos trâmites para obtenção de benefícios fiscais;
•Assessoria envolvendo a legislação aduaneira e os tributos incidentes sobre as operações de importação e exportação de mercadorias.

Direito Tributário

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Direito Societário

• Assessoria na construção de sociedades;
• Análise de viabilidade jurídica de projetos;
• Elaboração e implementação de programas de compliance.

Direito Societário

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Direito Administrativo

• Consultoria em assuntos regulatórios, com ênfase nos setores
farmacêuticos, de perfumaria e cosméticos, higiene pessoal e de produtos alimentícios.

Direito Administrativo

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Direito Civil

• Elaboração e revisão de contratos;
• Assessoria e análise de negócios imobiliários;
• Responsabilidade civil;
• Consultoria em planejamento sucessório.

Direito Civil

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Destaques

NOVO TEXTO DA REFORMA TRIBUTÁRIA PREVÊ A EXTINÇÃO DO REGIME MONOFÁSICO DE PIS E COFINS PARA OS SETORES FARMACÊUTICO E DE PERFUMARIAS

O RELATOR DO PROJETO DE LEI N. 2.337/21, DEPUTADO CELSO SABINO (PSDB/PA), ALÉM DE ALTERAR AS ALÍQUOTAS DE IRPJ APRESENTADAS PELO GOVERNO FEDERAL, PROPÔS A REVOGAÇÃO DA LEI N. 10.147/00, ALTERANDO SUBSTANCIALMENTE A INCIDÊNCIA DE PIS E COFINS SOBRE OS SETORES DE MEDICAMENTOS, PERFUMARIAS, TOUCADORES E COSMÉTICOS. Caso seja aprovado o novo texto da reforma tributária (Parte II – IRPJ), com a revogação da Lei n. 10.147/00, os setores de produtos farmacêuticos e perfumarias serão fortemente atingidos. O regime monofásico de tributação do PIS e da COFINS será extinto para essas operações, prevalecendo a incidência das alíquotas padrão de 1,65% (PIS) e 7,6% (COFINS) no regime não-cumulativo. As indústrias deixarão de aplicar as alíquotas majoradas de PIS (2,1%) e COFINS (9,9%) substituindo-as pela carga de 9,25%. Por outro lado, não haverá a aplicação do benefício do crédito presumido em relação aos medicamentos de tarja preta e vermelha (lista positiva), o que hoje garante uma desoneração total das contribuições sobre esses produtos. As distribuidoras e os varejistas, que atualmente estão sujeitas à alíquota 0%, deverão apurar as contribuições conforme as alíquotas padrões do regime cumulativo e não cumulativo, podendo descontar créditos em relação às despesas no âmbito do regime não cumulativo, dentre elas a aquisição de mercadorias para revenda. O projeto de lei ainda está em discussão, mas as empresas dos setores de perfumarias e medicamentos devem acompanhar de perto a definição do tema, uma vez que a mudança nos moldes descritos representará provável aumento da carga tributária e consequente aumento do preço dos produtos.
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NOVO TEXTO DA REFORMA TRIBUTÁRIA PREVÊ O FIM DO REGIME MONOFÁSICO PARA O SETOR FARMACÊUTICO E DE PERFUMARIAS

O RELATOR DO PROJETO DE LEI N. 2.337/21, DEPUTADO CELSO SABINO (PSDB/PA), ALÉM DE ALTERAR AS ALÍQUOTAS DE IRPJ APRESENTADAS PELO GOVERNO FEDERAL, PROPÔS A REVOGAÇÃO DA LEI N. 10.147/00, ALTERANDO SUBSTANCIALMENTE A INCIDÊNCIA DE PIS E COFINS SOBRE OS SETORES DE MEDICAMENTOS, PERFUMARIAS, TOUCADORES E COSMÉTICOS. Caso seja aprovado o novo texto da reforma tributária (Parte II – IRPJ), com a revogação da Lei n. 10.147/00, os setores de produtos farmacêuticos e perfumarias serão fortemente atingidos. O regime monofásico de tributação do PIS e da COFINS será extinto para esses contribuintes, prevalecendo a incidência das alíquotas padrão de 1,65% e 7,6% sobre cada uma das etapas de comercialização. As indústrias deixarão de aplicar as alíquotas majoradas de PIS e COFINS (12% sobre os medicamentos e 12,5% sobre perfumarias) substituindo-as pela carga de 9,25%. Por outro lado, não haverá mais a aplicação do benefício do crédito presumido sobre os medicamentos de tarja preta e vermelha, o que hoje garante uma isenção das contribuições sobre esses produtos. As distribuidoras e os varejistas, que atualmente aplicam alíquota 0% a título de PIS e COFINS, deverão apurar as contribuições também às alíquotas de 1,65% e 7,6%, podendo descontar créditos em relação às despesas no âmbito do regime não cumulativo, dentre elas a aquisição de mercadorias para revenda. O projeto de lei ainda está em discussão, mas as empresas dos setores de perfumarias e medicamentos devem acompanhar de perto a definição do tema, uma vez que a mudança nos moldes descritos representará provável aumento da carga tributária, com impacto no volume de comercialização desses produtos.
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TESE DOS CONTRIBUINTES SOBRE TRIBUTAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E COMUNICAÇÃO AVANÇA NO STF

MAS A POSSÍVEL MODULAÇÃO DE EFEITOS DE EVENTUAL DECISÃO FAVORÁVEL DEVE SER OBSERVADA PELAS EMPRESAS DO ATACADO E VAREJO. Está em andamento o julgamento do Recurso Extraordinário n. 714.139 (Tema 745), perante o STF, que questiona a aplicação da alíquota majorada de ICMS em Santa Catarina, atualmente de 25%, e não a alíquota básica (17%), sobre o consumo de energia elétrica e serviço de telecomunicação. A diferença entre as alíquotas, que em Santa Catarina é de 8%, chega a 12,5% no Rio Grande do Sul. No início do mês de junho o Min. Gilmar Mendes pediu vista do recurso, após quatro ministros já terem proferido seus votos, todos favoráveis à tese dos contribuintes (ainda que parcialmente). O julgamento deverá prosseguir nos próximos meses, mas já há sinalização por parte dos julgadores da aplicação da sistemática de modulação de efeitos, o que significa que a recuperação do tributo pago indevidamente (a maior) ao longo dos últimos cinco anos provavelmente será autorizada apenas àqueles contribuintes que tenham ingressado com ação judicial antes da publicação da decisão pela Suprema Corte. A tese gera efeitos financeiros importantes aos contribuintes atacadistas e varejistas, pois - ao contrário da indústria - o segmento comercial está desautorizado pela legislação de creditar o ICMS suportado no pagamento de tais despesas (energia elétrica e telecomunicação). Por isso os contribuintes devem avaliar a relevância financeira dessas despesas em suas atividades e o interesse em ingressar com ação judicial a fim de garantir o direito à recuperação do indébito no caso de se confirmar a modulação de efeitos sobre a tese.
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Informativo BM Julho 2021

Informativo_BM_Julho_2021.pdf
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Informativo BM Junho 2021

Informativo_BM_Junho_2021.pdf
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Informativo BM Maio 2021

Informativo_BM_Maio_2021.pdf
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O contrato de compra e venda de quotas e tributação incidente sobre os valores depositados na escrow account

Revista_IET_-_O_contrato_de_compra_e_venda_de_quotas_e_a_Escrow_Account.pdf
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STJ deve seguir o Supremo e fazer justiça no sistema de substituição tributária

Em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal sedimentou a tese de que os estabelecimentos varejistas, na condição de substitutos tributários, têm direito ao ressarcimento do imposto (ICMS-ST) cobrado a maior quando a base de cálculo presumida for superior ao preço efetivamente praticado pelo vendedor. A decisão, tomada em sede de repercussão geral, começa a trazer justiça em uma área bastante sensível e na qual, com alguma frequência, se percebem distorções que desafiam a lógica. A Suprema Corte alterou seu entendimento sobre o regime de substituição tributária do ICMS. Com base no voto do ministro Edson Fachin, a maioria do Tribunal decidiu que o substituído tributário tem direito de reaver a diferença entre o valor do tributo recolhido antecipadamente pelo regime de substituição tributária e aquele realmente devido no momento da venda do produto sobre o qual incide o imposto. O entendimento firmado pelo STF levou em consideração a determinação constitucional e legal de que a base de cálculo do ICMS, independentemente do regime de tributação, deve refletir o valor real da operação. A tese fixada foi a seguinte: “É devida a restituição da diferença do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pago a mais no regime de substituição tributária para a frente se a base de cálculo efetiva da operação for inferior à presumida”. Na mesma sessão, duas leis dos estados de São Paulo e de Pernambuco que autorizam a restituição de valores cobrados a maior pelo sistema de substituição tributária foram julgadas constitucionais pelos ministros do STF. As notícias foram alvissareiras. Sem dúvida. Mas espera-se, agora, que a Justiça prevaleça naqueles casos em que a cobrança do ICMS por meio de substituição tributária, por adotar valor de base de cálculo presumida muito superior à média dos preços efetivamente praticados no mercado, causa flagrante distorção no preço de produtos essenciais, onerando excessivamente os consumidores. Ou seja, mais do que reconhecer que a cobrança a maior deve ser restituída, é necessário que se garanta que essa cobrança não ocorra de forma desmesurada, abusiva, com riscos para o negócio daqueles que não podem esperar anos para ver a justiça recolocada nos trilhos, nem tampouco inviabilize o acesso da população a determinados produtos essenciais , como, pro exemplo, medicamentos. Em bom português: o Judiciário deve dar resposta às ações que pretendem impedir essa cobrança abusiva a maior, em que o ICMS-ST e calculado em bases irreais,  porque a população e muitos empresários podem não ter fôlego para aguardar anos até o desfecho do processo que reconhecerá seu direito. A boa notícia é que a Justiça pode começar a dar essas respostas já na semana que vem, em um dos casos mais teratológicos de cobrança de impostos de que se tem notícia: o ICMS-ST no setor de medicamentos. Está nas mãos da 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça a decisão que poderá impedir o fisco do Rio Grande do Sul de cobrar diferença de imposto na época em que a base de calculo do ICMS-S era muito superior ao preço efetivamente praticado pelo mercado. O caso será julgado no próximo dia 15 de agosto. O valor do preço máximo ao consumidor – PMC -, utilizado por muitos estados como base de cálculo do ICMS-ST, como se sabe, não reflete a média de preços praticados por farmácias e drogarias. O motivo é simples: ele é um balizador de teto para o preço dos medicamentos, servindo apenas para o órgão regulador – Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) – monitorar o preço máximo dos medicamentos,  a fim de  evitar a prática de preços abusivos.  Abaixo do preço teto (PMC), há uma enorme faixa de valores praticados que não chegam nem perto do valor do preço máximo, em decorrência da alta concorrência que caracteriza esse setor. Muitas vezes, há diferença de até 90% entre o PMC e o preço dos medicamentos vendidos, o que faz com que o valor do ICMS-ST seja superior ao custo do produto ! Já nos referimos a este dado em artigos anteriores, mas nunca é demais repetir que pesquisa de mercado feita pelo Instituto Nielsen demonstrou um abatimento médio de 45% em relação ao Preço Máximo ao Consumidor. Essa é a média, como já dissemos acima, mas há vários casos em que se verifica uma diferença de até 90% entre o teto e o preço de venda. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul já reconheceu que a cobrança do ICMS-ST com base no preço máximo é abusiva.  Mas o Poder Executivo gaúcho interpôs recurso ao STJ, a quem, agora, cabe repelir a tentativa do Estado de fazer caixa através da cobrança de ICMS-ST sobre medicamentos. A sinalização do Supremo Tribunal Federal é um alento para aqueles que se veem diariamente cobrados por valores que sabem não serem devidos,  mas não tem alternativa, senão pagá-los. O que esperamos, de verdade, é que a justiça tributária seja feita. Esse é o quadro ideal que poderá fazer com que o Brasil comece a tratar de seu irracional sistema de tributação. Mas enquanto isso não acontece, continuaremos a nos socorrer no Judiciário para corrigir estas injustiças. Ricardo Bernardes Machado Advogado Tributarista
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Artigo Tributação de Medicamentos e Racionalidade

Artigo_Ricardo_Machado_-Tributacao_Medicamentos_e_Racionalidade_-_Migalhas_de_Peso.pdf
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CONTAGEM REGRESSIVA PARA A ENTRADA EM VIGOR DAS SANÇÕES PREVISTAS NA LGPD

FALTA MENOS DE UM MÊS PARA A ENTRADA EM VIGOR DOS DISPOSITIVOS LEGAIS QUE PREVEEM A APLICAÇÃO DE SANÇÕES SOBRE OS AGENTES DE TRATAMENTO QUE INCORREREM EM INFRAÇÃO PREVISTA NA LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS (LGPD) Dia 1º de agosto de 2021 os agentes de tratamento de dados pessoais estarão sujeitos a sanções administrativas caso não observem as disposições legais (Lei n. 13.709/18) que asseguram a proteção de dados das pessoas físicas. Trata-se da maior vacância legal da história do País: quase dois anos entre a publicação das regras e a sua aplicação. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) é o órgão responsável por aplicar as sanções previstas na lei, dentre elas:   - Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas; - Multa simples, de até 2% (dois por cento) do faturamento; - Bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização; - Suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados; - Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.   Segundo a LGPD, as sanções serão aplicadas conforme a gravidade do dano causado ao titular do dado e as providências realizadas pelo agente de tratamento, no que diz respeito à adoção prévia de mecanismos minimizadores de dano, como, por exemplo, a adoção de política de boas práticas e governança. A entrada em vigor das regras pertinentes às sanções da LGPD reforça a necessidade de as empresas brasileiras atualizarem a forma como cuidam dos dados de seus colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros pessoas físicas. A equipe do Escritório Bernardes Machado Advogados Associados, através da iniciativa BMLab, estuda os aspectos jurídicos no ambiente da tecnologia e da inovação, e está preparada para orientar seus clientes quanto à aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados em seus negócios.  
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CONTAGEM REGRESSIVA PARA A ENTRADA EM VIGOR DAS SANÇÕES PREVISTAS NA LGPD

FALTA MENOS DE UM MÊS PARA A ENTRADA EM VIGOR DOS DISPOSITIVOS LEGAIS QUE PREVEEM A APLICAÇÃO DE SANÇÕES SOBRE OS AGENTES DE TRATAMENTO QUE INCORREREM EM INFRAÇÃO PREVISTA NA LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS (LGPD) Dia 1º de agosto de 2021 os agentes de tratamento de dados pessoais estarão sujeitos a sanções administrativas caso não observem as disposições legais (Lei n. 13.709/18) que asseguram a proteção de dados das pessoas físicas. Trata-se da maior vacância legal da história do País: quase dois anos entre a publicação das regras e a sua aplicação. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) é o órgão responsável por aplicar as sanções previstas na lei, dentre elas: - Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas; - Multa simples, de até 2% (dois por cento) do faturamento; - Bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização; - Suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados; - Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados. Segundo a LGPD, as sanções serão aplicadas conforme a gravidade do dano causado ao titular do dado e as providências realizadas pelo agente de tratamento, no que diz respeito à adoção prévia de mecanismos minimizadores de dano, como, por exemplo, a adoção de política de boas práticas e governança. A entrada em vigor das regras pertinentes às sanções da LGPD reforça a necessidade de as empresas brasileiras atualizarem a forma como cuidam dos dados de seus colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros pessoas físicas. A equipe do Escritório Bernardes Machado Advogados Associados, através da iniciativa BMLab, estuda os aspectos jurídicos no ambiente da tecnologia e da inovação, e está preparada para orientar seus clientes quanto à aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados em seus negócios.
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MARCO LEGAL DAS STARTUPS

A CÂMARA DOS DEPUTADOS APROVOU NO DIA 1º DE JUNHO DE 2021 O MARCO LEGAL DE STARTUPS ATRAVÉS DA LEI COMPLEMENTAR N. 182, QUE ABORDA DIVERSAS TEMÁTICAS RELACIONADAS À CONSTITUIÇÃO E ATUAÇÃO DESSAS EMPRESAS. CONTUDO, DOIS VETOS PRESIDENCIAIS AINDA PRECISAM SER ANALISADOS. A medida deve impactar o cenário nacional, já que, conforme levantamento da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o número de organizações com esse perfil saltou de 4,4 mil em 2015 para mais de 13,4 mil em 2020. A Lei Complementar trouxe uma inovação ao definir o que pode ser considerado uma startup, que consiste em empresas com receita bruta de até R$ 16 milhões e até 10 anos de existência formal. Ainda, a inovação deve estar presente no modelo de operação da empresa. Além disso, formalizou a figura do investidor-anjo, ou seja, indivíduos que aportam recursos na empresa sem participar de seu comando, reconhecendo que este investidor não é sócio da empresa, e, consequentemente, não responde por dívidas da Startup. Contudo, pode se tornar, futuramente, um sócio com conversão do instrumento do aporte em efetiva e formal participação societária. Assim, flexibilizou as amarras burocráticas que sufocam o empreendedorismo no país neste tipo de empreendimento, possibilitando um processo simplificado de pedido de registro de marcas e patentes, os quais serão analisados em caráter prioritário no INPI, bem como o surgimento do conceito sandbox regulatório, por meio do qual as Startups possam desenvolver soluções para problemas públicos em ambientes experimentais controlados. Por outro lado, o Presidente da República vetou dois dispositivos relativos à possibilidade de o investidor-anjo compensar as perdas nos ganhos para fins de tributação, e o acesso das Startups ao mercado de capitais, do qual dependem. O Marco Legal das Startups entrará em vigor em até 90 dias, sendo que o Congresso Nacional poderá, por maioria absoluta, derrubar, em até 30 dias, os dois vetos acima destacados, retomando a versão do projeto originalmente aprovado no Legislativo. A equipe do Escritório Bernardes Machado Advogados Associados, através da iniciativa BMLab, estuda os aspectos jurídicos no ambiente da tecnologia e da inovação, e está preparada para orientar seus clientes quanto à aplicação das alterações legais em seus negócios.  
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